DAKAR 2018 – MATTHIAS WALKNER: “VENCER A PROVA É UM SONHO TORNADO REALIDADE”

DAKAR 2018 – MATTHIAS WALKNER: “VENCER A PROVA
É UM SONHO TORNADO REALIDADE”

Na sua quarta participação no Dakar Matthias Walkner alcançou este sábado a sua primeira vitória na prova, garantindo assim à KTM a sua 17ª vitória consecutiva no Dakar

matthias-walknerE, pela primeira vez em 40 edições do Dakar, uma moto e um piloto austríaco venceram a prova mais dura do planeta.

Um feito que poucos aguardavam no início da prova deste ano, mas a verdade  é que Walkner foi o único dos pilotos da frente que evitou problemas e foi muito regular nunca ficando abaixo do sexto posto da geral.

“É completamente louco. Meu objetivo era alcançar um lugar no pódio, mas vencer é um sonho tonado realidade. A luta pela vitória foi sempre muito apertada ao longo de toda a prova e a 10ª etapa acabou por ser decisiva Foi muito apertado e o 10º estágio foi chave neste rali. É preciso ter sorte, umas vezes temos e outras não. Desta vez a sorte esteve do meu lado”, afirmou.

Fonte: https://www.motosport.com.pt

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DAKAR 2018: BENAVIDES VENCE ÚLTIMA ETAPA, MAS A FESTA É DE WALKNER

DAKAR 2018: BENAVIDES VENCE ÚLTIMA ETAPA, MAS A FESTA É DE WALKNER

Kevin Benavides (Honda) venceu este sábado a última etapa da 40ª edição do Dakar, com partida e chegada a Córdoba na Argentina, na distancia de 166 quilômetros, 120 dos quais  cronometrados

5a5e841405504186247105-e1516212848633O piloto argentino foi o mais rápido ao terminar a tirada em 1h26m41s relegando para a segunda posição Toby Price (KTM), que terminou a 54s do piloto da Honda, enquanto Antoine Méo foi terceiro a 2m49s.

Já Matthias Walkner (KTM), vencedor desta edição do Dakar, terminou a 5m38s do vencedor Benavides garantindo para a marca austríaca a sua 17ª vitória consecutiva na prova.

O segundo lugar no Dakar ficou com Kevin Benavides, que termina a 16m53s de Walkner, enquanto Toby Price ocupa o lugar mais baixo do pódio a 23m01s do seu companheiro de equipe.

Fonte: https://www.motosport.com.pt

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DAKAR 2018 – IGNACIO CASALE: “O SACRIFÍCIO ACABA POR SER COMPENSADO”

DAKAR 2018 – IGNACIO CASALE: “O SACRIFÍCIO ACABA POR SER COMPENSADO”

Quatro anos após a sua primeira vitória no Dakar na categoria de quads Ignacio Casale alcançou este sábado a sua segunda vitória na prova, numa edição vista como a mais difícil dos últimos anos

ignacio-casale-5No final, à chegada a Córdoba onde terminou a 40ª edição do Dakar, o piloto chileno afirmou que: “Foi uma prova muito dura, contudo soubemos fazer as coisas bem. Esta tinha de ser uma corrida com muita cabeça e à qual chegamos bem preparados. É incrível a emoção de voltar a vencer, porque representa muito trabalho e muito sacrifício e mostra que todo o sacrifício acaba por ser premiado. Foram precisos  quatro anos para voltar a vencer e estou muito contente com esta vitória”, afirmou o piloto chileno.

Ignacio Casale, que dominou a prova deste a primeira etapa, acabou assim por conquistar o lugar mais alto do pódio numa edição do Dakar considerada por todos como a mais difícil dos últimos anos.

Fonte: https://www.motosport.com.pt

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SUECOS CONSTROEM UMA INDIAN SUPER SCOUT EQUIPADA COM TURBO

SUECOS CONSTROEM UMA INDIAN SUPER SCOUT EQUIPADA COM TURBO

Anders Lundgren e Lasse Sundberg construíram esta incrível Super Scout e dizem que é uma homenagem ao co-fundador sueco da Indian, Oscar Hedström

qni23t4e5stq0pyvk3hlkjr0be2Quando lhe perguntam como é montar uma criação tão especial, Anders sorriu e disse: “Parece incrível, é como se tivéssemos passado para a década de 1920 com um foguetão entre as pernas”.

Apresentando um turbo Garret Turret 25 refrigerado a líquido a Super Scout foi construída ao longo de 2017 na sua oficina de Estocolmo e agora atinge 150 a 200hp medidos à roda traseira, dependendo da pressão do turbo.

Anders diz: “Queríamos construir uma moto que estivesse relacionada com a história esportiva da Indian e, ao mesmo tempo, simbolizar o que a Indian representa nos dias de hoje. O modelo Scout foi a opção perfeita e escolhemos o nome Super Scout para homenagear os velhos modelos Scout que eram quase imbatíveis nas pistas de corrida da altura”.

Motor, bomba de combustível, farol e pedal de mudanças são de uma Scout moderna, mas o quadro é único, construído a partir de três seções. Lasse Sundberg (da Roth Engineering) construiu o quadro e diz que foi a parte mais difícil do projeto, surpreendentemente ainda mais complicada do que o ajuste final do turbo. O depósito de combustível incorpora a bomba de gasolina internamente.

O Turbo Garret 25 possui um atuador externo e controle de “boost”. As condutas de e para o turbo são fabricadas em aço inox, e estão colocadas o mais próximo possível do quadro para não estragar a linha geral da moto.

Incrivelmente, os radiadores provêm de uma Honda CRF 450, que incluem ventoinhas elétricas. O pequeno disco traseiro é atuado por uma pinça monobloco Harrison, enquanto a na dianteira há uma pinça Beringer com a tubagem escondida na forquilha.

Anders explica o conceito por detrás do turbo: “Queríamos dar à moto um impulso adicional de potência e também combinar um look antigo com tecnologia moderna”.

A Super Scout tem ainda um equipamento eletrônico impressionante. Anders instalou uma ECU totalmente programável e há um sistema de chave com Bluetooth para monitorizar dados do motor que permite e ajustar a ECU através de um iPad.

O incrível trabalho de pintura é assinado pela Pobben’s Color & Custom, em Hagfors, e a cor é azul Springfield.

Anders está animado para os próximos meses: “Ainda estamos testando a moto e estamos apenas na fase de terminar a afinação final do motor”, diz ele. “A Super Scout foi desenhada para nosso uso diário, quando a terminarmos… se não for vendida antes!”.

Fonte: andardemoto.pt

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RALLY DAKAR – BRASILEIROS SÃO CAMPEÕES DOS UTVS COM O CAN-AM MAVERICK X3

RALLY DAKAR – BRASILEIROS SÃO CAMPEÕES DOS
UTVS COM O CAN-AM MAVERICK X3

Após 14 etapas e mais de oito mil quilômetros percorridos, Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin confirmam o título em Córdoba, na Argentina

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Foto: José Mário Dias/photosdakar.com

Os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin são os campeões da categoria para UTVs no 40º Rally Dakar. A dupla conquistou o título neste sábado (20), em Córdoba, Argentina, após 14 etapas e mais de oito mil quilômetros de desafios. O Can-Am Maverick X3 também fez história, pois logo em sua estreia no maior rali do mundo foi o grande destaque entre os UTVs turbinados que compuseram o grid da prova pela primeira vez.

A dupla brasileira apresentou consistência desde o início da prova. Venceu cinco etapas, recorde entre os UTVs, incluindo os dois dias de disputas em formato maratona – nos quais os competidores rodaram mais de mil quilômetros sem apoio mecânico externo. O Can-Am Maverick X3 fez valer o alto desempenho em seu DNA e a excelente relação entre peso e potência, que garantiram resistência e confiabilidade para transpor os obstáculos mais extremos no ambiente off-road.

“Estou muito emocionado”, disse o experiente piloto Varela. “Dedico o título a minha família, que está sempre ao meu lado, ao navegador Gustavo Gugelmin, responsável por uma navegação perfeita, e para a equipe South Racing Can-Am/Divino Fogão, que proporcionou o melhor UTV e a melhor estrutura possíveis. O Can-Am Maverick X3, mais uma vez, mostrou que está pronto para qualquer situação”, continuou.

O título do Rally Dakar é inédito na vitoriosa carreira de Varela. Entre os carros, ele é bicampeão mundial da modalidade (classe T2) e conquistou duas taças no Rally dos Sertões. Seu currículo inclui mais de 360 provas off-road disputadas – apenas no Rally Dakar, foram sete participações.

O catarinense Gugelmin, que cumpriu a sua terceira participação no Rally Dakar, tem 19 anos de experiência nas competições off-road. “O título no Rally Dakar é um sonho realizado”, afirmou o navegador. “Foi muito difícil chegar até aqui, agora estou muito feliz e tranquilo, com a sensação de dever cumprido. O Brasil está no topo do mundo e espero que essa conquista traga mais apaixonados para o esporte”, concluiu Gugelmin.

A Can-Am também foi a grande vencedora entre os quadriciclos da G3.2 2. O polonês Kamil Wisniewski conquistou o título da classe, seguido pelos argentinos Daniel Mazzucco, Martin Sarquiz e Pablo Novara. Todos os competidores aceleraram o quadriciclo Can-Am Renegade. O 40º Rally Dakar teve início do dia 6 de janeiro em Lima, no Peru, antes de passar pelos caminhos da Bolívia. A prova ainda incluiu categorias para motocicletas, carros e caminhões.

Rally Dakar – Resultados categoria UTVs (extra-oficiais)

Resultados finais após 14 etapas
1 – REINALDO VARELA / GUSTAVO GUGELMIN (BRA) – 72H 44′ 06” – Can-Am Maverick X3
2 – PATRICE GARROUSTE (FRA) / STEVEN GRIENER (CHE) – 73H 41′ 43”
3 – JOSE LUIS PENA CAMPO/RAFAEL TORNABELL CORDOBA (ESP) – 82H 57′ 26”
4 – CLAUDE FOURNIER (FRA) / SZYMON GOSPODARCZYK (POL) – 82H 53′ 31”

Rally Dakar – Resultados categoria Quadriciclos/ Classe G3.2 2 (extra-oficiais)

Resultados finais após 14 etapas
1 – KAMIL WISNIEWSKI (POL) – 64H 49′ 56” – Can-Am Renegade
2 – DANIEL MAZZUCCO (ARG) – 66H 22′ 16” – Can-Am Renegade
3 – MARTIN SARQUIZ (ARG) – 77H 56′ 08” – Can-Am Renegade
4 – PABLO LUIS NOVARA (ARG) – 79H 06′ 57” – Can-Am Renegade

Fonte: Mundo Press – Assessoria de Imprensa
Foto: José Mário Dias/photosdakar.com

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EXTREME RACING COMPETIÇÕES PREMIARÁ OS MELHORES DE 2017

EXTREME RACING COMPETIÇÕES PREMIARÁ OS MELHORES DE 2017

Serão-distribuidos-mais-de-150-troféus-e-prêmiosA Extreme Racing Competições vai realizar no dia 26 de janeiro a sua festa de premiação, o “Extreme Racing Awards 2017”, com entrega de troféus e produtos da IMS Race Wear para os três primeiros colocados das seguintes competições: Copa São Paulo de Motocross, Copa São Paulo de Velocross, Campeonato Amador de Motocross e Copa Jarinu União de Velocross. O evento acontecerá na Churrascaria Apaloosa’s, em Campinas (SP).

Além dos três primeiros colocados de cada categoria a Extreme Racing fará homenagens a diversas pessoas que fazem a diferença em nosso esporte. Na data a organizadora também irá anunciar as mudanças e melhorias para 2018, bem como um pré-calendário para a temporada que se inicia.

“Esta é uma tradição da Extreme Racing Competições que mantivemos e com o passar do tempo iremos aprimorando, como neste ano que antecipamos para janeiro a data da festa de gala de nossos pilotos”, comentou Amauri Correa proprietário da Extreme Racing.

Serviço:
Extreme Racing Awards 2017 (Festa de Premiação aos Campeões).
Dia 26 de janeiro de 2018, Campinas (SP).
Copa São Paulo de Motocross/ Copa São Paulo de Velocross/ Campeonato Amador de Motocross/ Copa Jarinu União Paulista de Velocross.

Churrascaria Apaloosa’s Campinas
Carnes grelhadas além de pratos quentes e saladas no buffet, com preço promocional ao nossos convidados.
Endereço: Av. General Carneiro, 81 – Pte. Preta, Campinas – SP, 13041-306
Inicio do jantar às 19h30min – (Premiação programa para inicio as 21h00)
O Valor do jantar é de R$ 35,90 por pessoa, buffet completo com dez tipos de carnes, bebidas a parte.

Fonte: junior.extremeracing

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JEAN RAMOS PREPARADO PARA ANAHEIN II

JEAN RAMOS PREPARADO PARA ANAHEIN II

Piloto brasileiro fala sobre a preparação para a terceira etapa do AMA Supercross 2018. Rodada terá sistema diferente de classificação e pontuação

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Jean Ramos – Fotógrafo: Nxt Perf

Jean Ramos disputa neste sábado a terceira etapa do AMA Supercross 2018, nos Estados Unidos. O evento acontece em pista montada dentro do estádio do time de baseball Angels of Anaheim, na Califórnia. Nas duas rodadas anteriores, Jean se classificou para as finais após corrida de repescagem. Neste sábado, 20, a intenção do brasileiro é alcançar a final pelo tempo de volta nos treinos.

Os 18 melhores pilotos dos treinos passam direto para as finais do evento, que desta vez será disputado em três corridas (Tríplice Coroa). O resultado da etapa será definido após a soma dos três resultados.

A terceira etapa será diferente, com o sistema de três finais (Tríplice Coroa). Está confiante para classificar direto para as finais?
Jean Ramos: Vai ser uma etapa diferente. A estratégia é entrar bem focado nos treinos para fazer um dos 18 melhores tempos e não precisar ir para a repescagem. Meus tempos nos treinos das duas primeiras etapas foram muito próximos dos 18 melhores, com diferença de centésimos, então é preciso foco para cometer o mínimo de erros.

Qual a estratégia para as três finais? Dá para imaginar prós e contras deste formato?
Jean Ramos: Na prática, vamos ter uma bateria a mais de 10 minutos. Nas etapas regulares, temos a corrida classificatória (Heat) de 6 minutos e a final (Main Event) de 15 minutos. Agora teremos três Main Events, sendo um de 6 minutos, outro de 10 minutos e o último de 12 minutos. E a intensidade será maior. Acredito que o foco maior será nas duas primeiras corridas porque serão mais intensas, com menos tempo de recuperação. Provavelmente veremos muitos pilotos caindo, se batendo, disputando espaço.

Como foi a semana de treinos? Algum ajuste especial diferente do que você já fez para Anaheim 1 e Houston?
Jean Ramos: Voltamos da corrida no Texas – foram mais de 2.500 quilômetros rodados – e fui tentar treinar já na terça-feira, mas estava ainda cansado da viagem. Aproveitamos para treinar bastante técnica e velocidade na quinta-feira. Também testamos algumas peças novas e mexemos um pouco no acerto de suspensão. A intenção é melhorar nas costelas e não subir tanto nos saltos, que é o que tá faltando um pouco ainda.

O que você achou do desenho da pista de Anaheim 2?
Jean Ramos: Parece ser uma pista bem técnica, talvez mais ainda do que Houston, no Texas. A diferença é que o terreno deve ser mais compacto e não se deteriorar tanto, mas acho que será uma pista mais técnica do que as duas anteriores.

Como você tem percebido os brasileiros acompanhando sua jornada? Recebe mensagens de apoio?
Jean Ramos: Tem sido bastante positivo e motivacional. Depois das corridas sempre tem mensagens da família, da noiva, dos patrocinadores e de torcedores. É importante porque é recompensador, já que aqui às vezes a gente se sente sozinho, longe de todos. Algumas mensagens motivam bastante. Sinto as pessoas torcendo por mim e isso é muito bom. Agradeço a todos que têm dedicado um pouco de tempo para me desejar boa sorte. Vamos seguir trabalhando para representar o Brasil cada vez melhor.

A importância do AMA SX

O AMA Supercross é o campeonato americano e o campeonato mundial de supercross, modalidade derivada do MotoCross, que se popularizou nos EUA a partir dos anos 1980.

As 17 rodadas do campeonato acontecem em pistas montadas dentro de estádios de baseball e futebol americano, com média de 40 mil espectadores em cada evento.

Os melhores pilotos do planeta sonham em ser campeões do AMA Supercross e poucos brasileiros tiveram a capacidade e audácia de participar destas corridas.

Chegar a uma final do evento (Main Event) é uma vitória, já que muitos se inscrevem. Para alcançar esta façanha, é preciso ter índice de boas voltas nos treinos, depois se classificar nas “Heats” (corridas classificatórias) ou LCQ (repescagem).

Jean disputará as seis rodadas iniciais. Sua jornada se encerra no dia 10 de fevereiro.

Após esta experiência, retorna ao Brasil para disputar o Brasileiro de Motocross 2018 e defender o título do Arena Cross Brasil. Correr nos Estados Unidos também serve de preparação para a temporada brasileira.

Como acompanhar as corridas do AMA SX?

Devido à diferença de fuso as corridas acontecem – pelo horário brasileiro – na virada da noite de sábado para domingo.

A programação varia a cada rodada, dependendo da região dos Estados Unidos em que o evento é realizado. Mas, geralmente as provas começam por volta da meia-noite aqui no Brasil (cerca de 19h nos EUA).

É possível comprar a transmissão oficial do evento, que passa para mais de 170 países. Se você tiver interesse, clique aqui.

Fonte: Imprensa Geração

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